Filosofando sobre Xadrez

•26/09/2009 • Leave a Comment

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Estava aqui eu pensando um pouco sobre o xadrez… sobre como se representaram as peças e os seus movimentos… Que elas são baseadas em batalhas entre dois Reinos, ou entre dois Senhores Feudais da Idade Média, isso é óbvio. Mas quero deixar as minhas considerações, depois de se pensar um pouco, até que não é difícil de entender.

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Primeiro vamos ver o que a Santa Wikipédia fala sobre o Xadrez [com algumas notas]:

“A forma atual do jogo surgiu no Sudoeste da Europa na segunda metade do Século XV, durante o Renascimento, depois de ter evoluído de suas antigas origens persas e indianas. O Xadrez pertence à mesma família do Xiangqi e do Shogi [Nota: Sim, o jogo Japonês] e, segundo os historiadores do enxadrismo [Nota 2: Pois é, existe uma especialização em história do xadrez, estou tão impressionado quanto você], todos eles se originaram do Chaturanga, que se praticava na Índia no Século VI d.C.”

Mas enfim, agora vou dar-lhes minha idéia de cada peça e seus movimentos:

Vamos levar como exemplo que a partida de xadrez seja uma batalha entre Senhores Feudais, por um ter roubado o queijo do outro, ou coisa assim.

Peão: Essa é fácil. Em uma batalha entre Senhores Feudais, quem seria burro o suficiente para mandar seus melhores soldados logo de cara? Primeiramente eles mandariam os peões. a bucha-de-canhão, prometendo algum punhadinho de terra a mais para os que sobrevivessem. Mover se de uma em uma casa é um movimento bem aceitável para pessoas sem preparo nenhum em combate. O ataque em diagonal, seria algum equivalente a pegar o cara desprevenido, por trás, o que seria o jeito mais fácil de um peão sem preparo matar alguém.

Então, porque quando o peão chega até o outro lado do campo ele pode se transformar em qualquer uma das outras classes (Cavalo, Bispo, Torre, Rainha)? Simples, pra um peão conseguir passar esse caminho todo sem morrer ele provavelmente adquiriu experiência suficiente para trocar de classe, e convenhamos, ele merece.

Mas isso me faz pensar uma coisa, e vou deixar essa pergunta no ar: Um Peão que chega até o outro lado do campo e vira Rainha seria um travesti?

Torre: Bom, as torres de um castelo tecnicamente não se mexiam, então o movimento em linha reta serviria para representar algum soldado lá em cima atirando com uma balista ou canhão. Nenhum drama maior com a Torre.

Bispo: Representa o Clero da Idade Média, isso é óbvio. Mas por que o movimento em diagonal? Como eu falei antes, o movimento em diagonal seria o equivalente à um ataque surpresa, pego por trás, nada mais justo para o Bispo, já que a Igreja faz tudo na surdina, mata o cara, esconde o corpo e se finge de santo, para pegar o próximo desprevenido também.

Cavalo: Pois é, Cavalo… No original em inglês seria Knight, ou seja Cavaleiro, o que faz muito mais sentido, já que não teria motivo para se ter um cavalo solto no meio do campo de batalha.

O Cavaleiro (ou Cavalo) sim seriam os verdadeiros guerreiros do Rei, em quantidade muito menor que os Peões (que se pensassem, poderiam dar um golpe de estado fácil, mas Peão não pensa, é assim até hoje…). Os movimentos em L provavelmente representariam a agilidade do cavalo (não do Cavalo), e ao mesmo tempo representar o fato de ele não ser tão fácil de se controlar. E por ele estar em um cavalo, também tem o fato de que ele pode pular por cima dos outros.

Rainha: Com a liberdade (ou seria libertinagem) toda que ela tem, ela sai correndo pelo campo todo, dando pra qualquer um, e depois no momento de descuido, ela mata ele, simples assim. Agora, se for um Rainha contra Rainha, aí já é uma batalha de arranhões e puxada de cabelo básica.

Rei: O mais fácil de se representar. O Senhor Feudal, que enquanto está ganhando fica lá parado sem fazer nada, dando risada, e quando está em perigo, com os inimigos dentro do castelo, ele se borra todo e fica correndo de um lado para o outro com aquela agilidade de Peão.

E a técnica de trocar de lugar com a Torre, ou Roque (não confundir com aquele do Silvio Santos) é o famoso correr pro quarto e ficar chorando que nem uma mocinha.

Mangá Review: Fairy Tail

•24/09/2009 • Leave a Comment

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Aproveitando que está para começar o anime de Fairy Tail, vou fazer uma resenha rápida do mangá.

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O mangá Fairy Tail, é de criação de Mashima Hiro, autor das séries Rave Master e Monster Hunter. É publicado semanalmente no Japão, na revista Weekly Shonen Magazine. Começou a ser publicado em Agosto de 2006.

A história de Fairy Tail, se passa em um mundo medieval mágico, onde existem as Guildas Mágicas, onde os magos atuam mais ou menos como mercenários. Existem guildas famosas de magos bons, e existem também guildas de magos malignos.

A história começa quando Lucy Heartphillia, uma jovem maga de 17 anos, decide entrar em uma guilda de magos, para ganhar dinheiro e aprimorar suas habilidades. Assim sendo, ela chega até a cidade de Harujion, onde Natsu Dragneel e o ato falante Happy desembarcam para procurar Igneel, o dragão que criou Natsu como se fosse um filho, e que um dia repentinamente sumiu. Lucy encontra Natsu e Happy ocasionalmente, após se envolverem com um perigoso criminoso que tenta transformar Lucy em sua escrava. Após salvar Lucy, Natsu, que é mago de uma das guildas mais famosas, a Fairy Tail, convida a garota a juntar-se a guilda. Assim, Lucy entra para a Fairy Tail, onde começa a viver todo tipo de missão perigosa junto com Natsu e Happy. Nesse momento mostra que Natsu, também conhecido pela alcunha de Salmander, por seus poderes de controlar o fogo.

Outra coisa interessante em Fairy Tail, são os Dragon Slayers, pessoas cujos poderes foram ensinados por antigos dragões, que alteram seus corpos em referente ao elemento do dragão e o permitem também recuperar suas forças se alimento de seu elemento natural. O herói da história, Natsu, é um Dragon Slayer com habilidades de fogo, e assim como ele, outros Dragon Slayers aparecem no decorrer da série.

Os personagens principais são Lucy, que usa Magia Estelar, que permite invocar Espíritos Estelares, que são espíritos das estrelas de outra dimensão; Natsu, o Dragon Slayer do fogo, que tem uma séria fraqueza: sempre fica enjoado em veículos em movimento; Gray Fullbuster, um mago de gelo que vive brigando e competindo com Natsu, e que tem a mania de ficar tirando a roupa à toda hora; Erza Scarlet, a famosa e temida maga conhecida pela alcunha de Titânia, que usa magias que invocam armas e armaduras mágicas; e Happy, o mascote do grupo, um gato falante com asas que sempre está de bom-humor e que protagoniza a maior parte das cenas engraçadas.

O anime de Fairy Tail está marcado para estrear nas televisões japonesas no dia 12 de Outubro as 19h30. Infelizmente até o momento nenhum trailer nem nada mais que uma ou duas artes sobre o anime foi lançado. Agora ficamos no aguardo para ver como será o anime mais aguardado do ano, e que promete muito.

Edit (28/09): Finalmente saiu o tão esperado trailer de Fairy Tail, confira aí à baixo:

Disney compra Marvel

•02/09/2009 • Leave a Comment

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Pois é, acreditem se quiserem, mas a Walt Disney, dona de Mickey e companhia, inventou de comprar a Marvel Entertainment Inc., de Stan Lee, pela bagatela de 4 bilhões de dólares, coisa que foi capaz de causar um medo nos fãs de X-Men, Wolverine e Homem-Aranha maior que seus respectivos filmes.

Com isso a Disney se tornou dona dos mais de 5 mil personagens da Marvel. E apesar disso, por enquanto os planos dos filmes dos Vingadores não serão alterados.

À respeito disso Stan Lee disse o seguinte: “A Disney sabe como fazer filmes. Eles sabem como fazer os personagens vivos, e acho que os fãs, se pensarem nisso, vão adorar (o negócio). Simplesmente imagine, com esse acordo a Disney terá acesso a literalmente centenas de personagens únicos e coloridos com potencial para se tornar filmes grandes e franquias longevas. Para resumir, quando você combina o melhor com o melhor, todo mundo ganha”

Bom, eu acredito na senilidade de Stan Lee, e estou com muito medo de as histórias da Marvel serem infantilizadas, deixarem de ter sangue, da Marvel Max sumir, de crossover bisonhos e volta(?) de coisas assim: Iron Man | Hulk | Wolverine

Planeta Hulk em Animação?

•13/08/2009 • 1 Comment

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Ola, pessoal. Vim aqui deixar uma informação fresquinha (ou nem tanto), para quem curte quadrinhos.

A Marvel anunciou este mês a versão animada da saga de quadrinhos Planeta Hulk.

Planeta Hulk

Planeta Hulk

A saga Planeta Hulk, que começou na revista mensal Hulk 92, em 2005, do roteirista Greg Pak (também roteirista da animação) conta quanto os Illuminati (compostos pelos maiores cébros do Universo Marvel: Professor Xavier, Doutor Estranho, Namor, Homem-de-Ferro, Senhor Fantástico e Raio Negro) decidem que o Hulk ficou incontrolavel e decidem que ele seria mandado em um foguete à um planeta desabitado para que ele parasse de destruir a Terra.

Porém quando o foguete é acertado por um meteoro, sua trajetória é mudada e ele cai em um planeta habitado por diversas raças alienigenas e com jogos em estilo dos gladiadores dos coliseus gregos. Onde Hulk acaba sendo obrigado a lutar e onde mostra um Hulk que acaba se tornando mais consciente e que não se transforma em Bruce Banner mais.

O final dessa saga resulta em um Hulk enfurecido e que resolve voltar à Terra, resultando na mega-saga mais recente da Marvel: a World War Hulk (ou Hulk Contra o Mundo, na tradução).

Fiquem com o trailer:

PodPesquisa

•05/08/2009 • Leave a Comment

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Olá pessoal, para os que não sabem além de meus podcasts pessoais (que tecnicamente ainda não existem) eu também faço parte do Otakast, lá da Otaku Company. Então eu gostaria de pedir à vocês que votem na PodPesquisa, uma pequena pesquisa para ouvintes de podcasts, e que votem lá no Otakast também.

Só lembrando que o próximo épisodio está ficando muito bom, resolvi os problemas dos barulhinhos de fundo em 95%, e vem aí outras surpresas com relação ao Otakast e à meus podcasts pessoais também.

Então acessem aí embaixo o link da PodPesquisa e respodam lá, não leva mais de 5 minutinhos.

30 anos de Gundam e um em tamanho real?

•26/07/2009 • Leave a Comment

anime 2

Isso mesmo! Pra quem tinha dúvida de que os japoneses iam acabar contruindo um robô gigante de verdade, toma essa!

Gundam Real

Pois é, em comemoração aos 30 anos do lançamento do primeiro Mobile Suit Gundam, os japoneses contruiram esse Gundam em proporção 1:1, isso mesmo, com 18 metros de altura. Foi termeinado de montar em Junho aparentemente e continua lá pra quem quiser ver. No Site Oficial tem muito mais fotos e vídeos.

O anime de 1979, criado por Yoshiyuki Tomino, é um dos mais importantes do gênero Mecha (de Mechanic, ou seja robôs) mudando todo o conceito de robôs gigantes e de guerra, visando mais o lado humano do que o da máquina.

Entre animes para a TV, filmes, OVAs (Original Vídeo Animation) e ONAs (Original Net Animation) tiveram mais de 20 séries diferentes, abordando diversos grupos e histórias envolvidos nesse mesmo mundo.

Sem contar os video-games, que tiveram de jogos de estratégia e RPGs à jogos de luta, desde o Super Nintendo até o Playstation 3.

Fora card games, mangás e centenas de Gunpla (miniaturas de modelismo de pvc de gundam para você montar e pintar)

É uma série muito conhecida e querida até hoje, algumas das series e mangás chegaram a ser publicados no Brasil, e ainda existem projetos para um novo filme ano que vem.

E esse pequenino que está lá em Tóquio, nada mais é do que um Gunpla 1:1, um gigante de 18 metros de altura, e que à noite até acende as luzes. E pra terminar, vou deixar para vocês um video que mostra uma visão geral de vários ângulos do Gundam.

10 Viciantes Games em Flash

•25/07/2009 • Leave a Comment
Games

Sem muito conteudo para postar, com o andamento do podcast e outras cositas, vim só recomendar alguns desses joguinhos em flash, que vc pode jogar sem baixar, que estavam meviciando nesses dias.

Alguns de aventura, outros mais puzzle, ou estrategicos, mas enfim, tem para todos os gostos.

Ao invés de colocar todos os jogos aqui direto (o que não daria muito certo, pois eles iriam querer carregar todos ao mesmo tempo…) coloquei uma breve resenha de cada um, e uma imagem do jogo. É só clicar na imagem que ela já te joga para o jogo.

Crush The Castle

Crush The Castle

Crush The Castle

Neste jogo divertido e destrutivo, você fica no controle de um Trebuchete (uma especie de catapulta) e arremessa pedras e bombas em castelos com o intuito de destrui-los e matar seus habitantes. Crush The Castle é um  jogo é bem simples, com mais de 20 fases, e você ainda tem um editor de castelos, aonde você pode constriuir seu castelo e de quebra ainda salvar e mostrar para seus amigos, para que eles tentem destruí-lo.

Demolition City

Demolition City

Demolition City

Para quem gostou do Crush The Castle aí em cima, esse aqui é bem parecido. Em Demolition City você faz parte de um grupo engarregado de fazer a demolição de vários prédios. Também extremamente simples, você apenas escolhe os locais exatos aonde implantar as bombas e fazer o predio cair abaixo de certo nivel e sem acertar algum eventual prédio vizinho.


Fragger

Fragger

Fragger

Esse joguinho tem o estilo do saudoso Worms, aquele jogo onde você controlava exercitos de minhocas lutando umas contra as outras com bazucas granadas etc. Em Fragger você controla um policial da SWAT e arremessando granadas em bandidos.

Little Wheel

Little Wheel

Little Wheel

Little Wheel é um joguinho de aventura bem simples. Ele segue aquela idéia de “Puzzle com uma história”. Você controla um robozinho, e vai indo por varios cenários tendo que descobrir as coisas certas a se fazer para conseguir seguir em frente. Um dos estilos de jogo mais divertidos.

Totem Destroyer 2

Totem Destroyer 2

Totem Destroyer 2

A continuação de um Puzzle bem divertido, simples de se jogar porém com fases bem dificinhas. Você tem que ir destruindo as peças e trazer as relíquias do topo sem deixar que elas caiam o chão. Porém para dificultar um pouco, cada peça tem uma propriedade. Tem peças que quicam, outras que são indestrutiveis, outras que flutuam, explodem, e ate algumas que só explodem em contato com outras iguais. São umas 50 fases que vão lhe entreter por um bom tempo.

Portal - The Flash Version

Portal - The Flash Version

Portal – The Flash Version

Para quem conhece o jogo Portal, da Orange Box, para PC, Xbox360 e Playstation3, esse jogo seria a versão 2D em flash. Para quem não conhece, Portal é um jogo onde você possui uma arma capaz de abrir portais (dai o nome do jogo), e utilizando ela você tem que passar por diversas fases.

Use Boxmen

Use Boxmen

Use Boxmen

Um jogo om visual bonitinho e todo desenhado, bem divertidinho e sem muitas fases, onde você usa “clones” do seu personagem, para lhe ajudar a pequena caixa e passar nas fases. Começa com fases simplizinhas e que vão se dificultando.

Cargo Bridge

Cargo Bridge

Cargo Bridge

Ao contrario dos primeiros jogos, de destruição, esse é um jogo de contruição. Nele você monta pontes, para que seus homens possam pegar a carga do outro lado. mas muito cuidado com os suportes e a integridade da sua ponte, porque se ela não estiver muito bem feita ela acaba caindo com o peso.

Zombie Survival Outbreak

Zombie Survival Outbreak

Zombie Survival Outbreak

Neste jogo sem fim (ou será que não?) para os fãs dos filmes de zumbi, você tem que passar por fases praticamente iguais, porem com zumbis cada vez mais dificeis e simplesmente sobreviver, atirando e esfaqueando quantos puder. E ganhando algum dinheiro para poder fazer upgrades no seu equipamento e facilitar sua vida contra os zumbis.

Pirate Launch

Pirate Launch

Pirate Launch

Outro jogo onde você vai arrecadando dinheiro e fazendo alguns upgrades. Em Pirate Launch você atira um pirata num barquinho de um canhão(?). O grande problema dele é que você tem que mandá-lo do ponto inicial até o “X” de uma vez só, e mesmo com os upgrades é bem difícil de conseguir.

 
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